segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Meu coração já não palpita
Meu sentimentos já não são mais os mesmos
Consequentemente tudo realmente muda, mudanças.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Descobri hoje que realmente não sei o que fazer da vida...
Então que a vida faça algo de mim.
A gente segue tentando
Que sofrer não faça mais parte dos meus dias, que se for pra sofrer, sofrer de amor ainda compensa, que seja um sofrimento passageiro antes sofrer por amar demais do que sofrer por nunca ter amado ninguém, esse sofrimento sim, é eterno.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
As canções são sempre as mesmas
E as tardes são sempre vazias
O silêncio entoa a falta que você me faz
Não será as palavras que justificaram sua ausência
Sua atitudes o fazem covarde
E a coragem que te faz suportar?
No fim todos sentimos dor
E todas essas dores acabaram com você.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Aprendi a não ter pena de mim mesma, nem fazer com que as pessoas tenham. Por me sentir só me sentia limitada, por amar demais me sentia presa, e por querer demais não me sentia, aprendi a dar valor aos olhares, aprendi a sentir o vento, aprendi a caminhar conforme a música, mudanças por mais dolorosas que sejam são necessárias, podem te dar novas expectativas, hoje por 15 minutos de vida não me senti mais presa ao ver o rosto de quem eu amo, ou amava não sei ao certo, não sei se, se sentir livre da pessoa que ama ou amou é realmente amar, mas me sinto livre.
A vida lhe deu asas, voe
A vida lhe deu escolhas, erre, mas viva
A vida lhe deu canções, cante
O mundo não lhe garante nada, sentimentos vem e vão, pessoas vem e vão, os dias passam a vida passa.
Deixe o passado no passado, o futuro se ajeita... Aproveite o presente, aproveite as presenças.
Se ame...
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Pensamentos teleguiados prontos para se encontrar
Sentimentos dançam e não se cansam de modificar
Se sinto o que sinto
No mesmo momento sinto que devo te amar
São nossos corpos a se distanciar
Palavras nunca tiveram tanta intensidade
Nunca fomos tão insanos ou nos entregamos a insanidade
Loucos?
Desesperados?
Não.
Apenas apaixonados.
sábado, 11 de dezembro de 2010
E a vida é aquilo tudo que passo e não vi
Tudo aquilo que se foi e não percebi
Foi por medo de abrir os olhos e enxerga-la
Foi por não ser aquilo pela qual eu esperava
E realmente não soube
Ela passou, apenas passou
E eu não querendo enxerga-la, ela se foi
O tempo não espera que abramos os olhos
Ela queria que eu apenas tentasse
Por medo de errar perdi uma vida
Por medo de amar perdi grandes amores
Por medo de tentar perdi grandes lições
Por medo de escrever quase perdi um poema.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Procuro encontrar o que resta
O que me cerca e acerca minhas incertezas
A cada dia mais embralhando minha mente
Tentando me libertar
Me perco em seguida, seguindo o caminho que não pertence a mim
Querendo que seu caminho se torne meu.
sábado, 21 de agosto de 2010
Vi o caos no acaso se acabar
Vi tudo sumindo
E indo embora
Fui ficando para trás
Isolada no meu mundo sem nada
O branco do meu vazio, negro se fazia
Escuridão me atingia
E nada mais existia além de mim
Nada mais se dizia
Nada mais se ouvia
Além do sussurro do lugar
Além do fim
Eu vi tudo se transformar
Antes era você e eu
Agora não restou mais nada de mim.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Trocadilhos, trocados em trilhos
Entre paços, dispersos em espaços de peças
Sou eu protagonista, antagonista do destino
Dilacerando meu drama
Transformando-me em Cena, Cinematográfica
Contracenando com a vida
Torno-me cena televisiva
E abominação da dominação alienada
Parada, introduzida a ignorância
Arrogância do não saber, que entre duas caras
Mais fácil escolher coroa
Ser diferente é ser único
Em meio a um milhão.
Sentindo ardor em seguir
Sentidos opostos.
Seguindo, sigo meu sofrer
Seguinte soneto ao alvorecer
Sentindo poder ainda amar
Anterior amor
Posterior amor
Ao mesmo amor a Deus dará
Calado meu sentir segue
Silenciado meu silencio prossegue
Paciência em esperar
Conseqüência verbo presente primeira pessoa do singular.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Dificil ter que desistir de algo que estava tão proximo
Parece que jamais conseguirei atingir o céu
Que está em cinzas
Há alguém chorando, lagrimas do que não foi
Com saudade do que talvez seria
Em sonhos me afogo, em deslizes de querer-te
Aparenta ser amarga a dor inexistente
Do coração tenaz
A ferida que abriu sem se quer ter sido cortada
Fios se envenenam dentro de mim
Saindo em altos tons, de uma voz perturbada
São magoas do que deixaste
Sem saber
Em minha persistencia sagaz, fugaz se tornou
Em fugas de mim mesma
Na esperança em esquecer-te
Aqui estou eu, no desespero desnorteada
A procurar o que havia encontrado, que agora se foi.
E não voltara.
Do quanto amei, só um amor me compreendia
Do quanto caminhei, meus pés já não conseguiram resistir
Do quanto sei, que nada sei
Do quanto acreditei, ainda tenho fé
Do quanto cantei, apenas uma canção me dizia
Que sem Você é impossivél continuar.
sábado, 10 de julho de 2010
O que há de sentir, o que há de seguir
Quando seus pensamentos se perdem
Se prendem
Se quebram
Em pingos salgados de chuva
Em nublados dias
Em conturbados trovões
Eu tento me libertar
Te libertar
Pra prosseguir
Como é dificil te deixar ir
Te largar, te tirar de dentro de mim
E imergir no profundo ser
Em ser um só.
Teus olhos me cegam
Vertigem de paisagens passadas
Me perseguem
Em um instante pareço sair de mim
E entrar em ti
Em perceber que ali é meu lugar
Em teu respirar a me sufocar
Percebo que só conseguirei viver longe de ti.
Se me aproximar, tu serás minha vida
E quando tudo se apagar
E me trarão de volta a solidão
Do instante em que seus olhos me cegaram.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
O que é correr contra o tempo, se o tempo não nos da tempo nem de alcança-lo
Assim como a primavera o novo nasce em mim
Dando inicio a grandes sentimentos
Assim como o verão, tudo que há em mim se renova
Dando assim, a cada dia novas expectativas de vida
Porém assim como o outono, tudo que há dentro de mim, se desfaz
E no vento, só me vejo, e o vejo ir.
E Assim como no inverno, congelo-me
Tornando frio, tudo que sentia.
Para no fim de cada estação, achar a estação que entre em sintonia com a minha.
Dando a mãe natureza a estação eterna.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Em palavras expresso o que sinto
E não minto, ao escrever
São palavras sem talvez expressão
Mais concentre teu coração
Me vejo em pensamentos
Ao escrever o que talvez ninguem leia
Apenas quero que entendam o que é escrito
Para aqueles que se entregam ao desafio
De se entregar
De se calar
De se sentir
Sentir o que agora sinto, ao descrever
E escrever e transmitir em meras Palavras
Talvez sem explicação aos olhos de quem não vê
Mais além do que os próprios olhos alcançam
A mais do que palavras expostas aqui
Tente ler com a alma
Tente esquecer o que mais te encomoda
Deixe que teus pensamentos mais inquetantes
Se acalme neste instante
É que nesta ocasião há mais que palavras aqui
Há sentimentos
Há afinco, em ficar só
Tempo grande indecisão
Acaba ao piscar de olhos
Dilacera meu coração
Teus minutos enfim finalizam o sentimento
Eternizam momentos
E a Saudade que fica
É dor que desatina sem doer
É Silêncio que não precisava acontecer
Mais é assim, a única certeza da vida
É que seremos lembrados e não esquecidos
É o tempo, grande dono do destino.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Que a distancia, Distancie
Dois corpos mais não distancie as lembraças
Que Serão imortais
Que o silêncio possa ser eterno
Mais que as vozes dos nossos corações nunca se calem
Que os olhos se fechem
Que a saudade seja eterna
Mas que possamos sempre nos abraçar em pensamento
Que se faça presença mesmo na ausência
Que o passado se torne cada dia mais presente
E o presente seja a saudade
A única coisa que nos faz lembrar que tu existiu, e ainda existe
Dentro de cada um de nós.
Somos mais do que poderiamos ser, graças a você.

